Home Data de criação : 07/05/05 Última atualização : 08/10/02 21:50 / 337 Artigos publicados
 

1ª Rodada - Premier League  escrito em quinta 21 agosto 2008 09:01

 

Abaixo, confira como foi a 1ª rodada do campeonato inglês, que teve um início promissor do Arsenal, ressabiado do Liverpool, complicado do Manchester e arrasador do Chelsea.

 

ARSENAL  1-0  W.B.A

 

Nasri (foto)

Logo aos quatro minutos, Denílson fez bela jogada pela esquerda e cruzou na medida para o estreante Nasri fazer o primeiro e único gol da partida. Dali em diante, o jogo ficou absolutamente controlado para o Arsenal, que ainda perdeu duas boas chances, até tomar um baita susto, quando Do Heon perdeu ótima chance, cara a cara com Almunia.

Na segunda etapa, a tônica era a mesma: o Arsenal dominava, chegava quando queria e, de vez em quando (beeem raramente) o West Bromwich chegava nos contra-ataques. E assim terminou a partida de estréia no Emirates.

Na próxima rodada, o Arsenal pega o Fulham, fora de casa. O W.B.A recebe o Everton.

 

MANCHESTER UNITED  1-1  NEWCASTLE

Fletcher comemora o gol de empate do Manchester United 

Fletcher (foto)

O atual campeão da temporada tropeçou. Sem Cristiano Ronaldo, contundido, e Tévez, com problemas pessoais (não divulgados), o United estreou tropeçando em pleno Old Trafford.

Após sair em desvantagem, com o gol de cabeça do baixinho Martins, dois minutos foram suficientes para Fletcher empatar, após belo cruzamento de Giggs. Após o gol, não houve nada de excepcional no primeiro tempo. Os times seguiram mornos.

Na segunda etapa, nenhuma alteração e o mesmo futebolzinho. Porém, o Newcastle recuou, dando espaço ao Manchester que fez pressão, porém, sem muita verticalidade. Com a entrada dos brasileiros, Rafael e Possebon, o time ganhou mais velocidade, qualidade, nem tanto. Na ultima chance da partida, Rooney cobrou falta com perigo, raspando a trave de Given, que fez boa partida. Empate saboroso para o Newcastle e “sinal amarelo” para o time vermelho.

 

HULL CITY  2-1  FULHAM

Caleb Folan 

Nolan (foto)

Logo no começo da partida, o pequeno Hull apareceu com perigo, com o cruzamento da direita, para a cabeçada potente do brasileiro Geovanni. O goleirão do Fulham, Schawarzer fez uma monumental defesa à la Banks. Porém, quem abriu o placar foi o Fulham: Bullard abriu pela direita e cruzou na cabeça de Seol Ki-Hyeon que desviou no canto direito de Myhill. Após o gol, Simon Davies pegou de primeira, após escanteio e a bola passou assustando a torcida local. Passados os sustos, o Hull se arrumou e foi em busca do gol de empate. Aos 22, Geovanni recebeu na meia-direita, matou no peito, puxou pra canhota e fuzilou o goleiro Schwarzer no canto direito. Era o empate, para a alegria dos “laranjados” torcedores do Hull.

Na segunda etapa, o primeiro lance de perigo veio dos pés do húngaro Gera, que, livre, bateu torto, desperdiçando boa chance para o Fulham. Em seguida, a zaga do Fulham deu umas pixotadas na saída de bola, Marlon King roubou a bola, e após boa jogada, Barmby foi a linha de fundo, cruzando para Geovanni, sozinho, pegar mal na bola e perder um gol feito.E o Hull seguia na pressão, desperdiçando boas chances. Aos 81, a pressão foi insuportável: o zagueirão Konchesky pisou na bola e deu de presente para Craig Fagan só rolar para Folan, livre, chutar para o gol vazio. Festa no Kingston Communications Stadium. Vitória do Hull.

Na próxima rodada, o Hull encara o Blackburn, fora de casa. O Fulham recebe o Arsenal.

 

EVERTON  2-3  BLACKBURN

 

Ooijer (foto)

E o início do Everton foi desastroso. O time vencia por 2-1, mas deixou o adversário gostar do jogo e vencer a partida, com um gol nos acréscimos.

O jogo já começara ruim para o Everton, quando David Dunn fez Jaglielka de pano de chão, dando um corte soberbo e batendo de canhota, no ângulo de Howard. Golaço. O Everton apertou, apertou, mas nada dava certo. Até que aos 45, Arteta cobrou falta da meia-esquerda, com uma curva venenosa, indo morrer no ângulo de Paul Robinson. Era o empate do Everton, que descia aos vestiários aliviado.

A segunda etapa começou melhor para o Everton que, mais tranqüilo, controlava bem a partida. Aos 19, Arteta partiu em disparada para a ponta esquerda e cruzou com perfeição para Yakubu; o nigeriano só escorou, à queima-roupa, sem chances para Robinson. Dois minutos depois, porém, Warnock fez um lançamento cirúrgico nos pés de Santa Cruz que, matador que é, não desperdiçou e marcou para o Blackburn. Era o começo da tragédia. 2-2.

Aos 45, o que ninguém imaginava: Warnock cobrou falta na área do Everton, Nelsen cabeceou e a bola tocou caprichosamente na trave, sobrando limpa e livre, para Ooijer marcar o gol da virada histórica do Blackburn. 2-3 e alegria dos Rovers.

Na próxima rodada, o Blackburn recebe o Hull e o Everton vai à casa do W.B.A.

 

WEST HAM  2-1  WIGAN

  

Ashton (foto)

O West Ham conseguiu boa vitória frente o Wigan. Em 10 minutos, o matador Dean Ashton resolveu a parada para o time da casa. Aos 3, num belíssimo gol, Ashton abriu o placar. E aos 10, com o oportunismo de centroavante, tocou sozinho a bola espirrada num escanteio, dentro da pequena área. A maravilhosa partida de Ashton chamou a atenção do técnico Fábio Capello, presente na tribuna de honra, do Bolyen Ground. O Wigan não teve força para empatar, mas acabou diminuindo com o egípcio Zaki, num belo voleio de canhota.

Na próxima rodada, o West Ham vai até Manchester encarar o City. O Wigan recebe o poderoso Chelsea.

 

 

SUNDERLAND  0-1  LIVERPOOL

TORR-MINAL ... Fernando Torres ends Sunderland's brave fight with stunning strike 

Fernando Torres (foto)
Quem vê o placar do jogo, imagina que o Liverpool desandou a perder chances, mas só venceu por 1-0. E quem pensa assim, engana-se.

O Wigan dominou, durante quase toda a partida, o Liverpool, criando as melhores chances, assustando mais, mostrando mais entrosamento que os “reds”. A dupla Keane/Torres não funcionava, a tal ponto de num rebote, os dois correrem para a mesma bola e Torres diparar uma bomba nas pernas de Keane. E o Wigan seguia dominando, mas suas limitações impediam-no de almejar algo melhor.

A vitória dos “reds” veio aos 38 da segunda etapa, quando Torres, enfim, brilhou, disparando um míssil rasteiro e indefensável no canto direito de Gordon, que fazia boa partida. Vitória, injusta, dos “reds”.

Na próxima rodada, o Liverpool recebe o “Boro”, de Afonso Alves. O Sunderland vai até Londres, encarar o Tottenham.

 

MIDDLESBROUGH  2-1  TOTTENHAM

RTÉ.ie Sport: Mido scored what proved to be the winner against his former club  

Mido (foto)

O Boro começou bem, como uma bela vitória pra cima dos Spurs. O jogo seguia equilibrado, até que aos 26 do 2º tempo, Weather, numa jogada fortuita, pegou sozinho o rebote do desvio de Afonso Alves, no travessão, e completou. Com o 1-0 o Boro ficou mais tranqüilo e chegava com mais qualidade, sempre com cautela. Aos 41, Mido, que havia entrado no lugar de Afonso, desviou um chute de longe, sem chances para o goleiro Gomes. 2-0 Boro. O gol de consolação saiu de uma trapalhada do zagueiro Huth, fazendo gol contra após um cruzamento na área. E ficou nisso mesmo. Vitória do Boro.

Na próxima rodada, o Middlesbrough vai até Liverpool, encarar o time da casa. Os Spurs recebem o Sunderland.

 

CHELSEA 4-0 PORTSMOUTH

PAIR OF ACES ... Deco with Frank Lampard 

Lampard e Deco (foto)

E Felipão não poderia esperar nada melhor: goleada na estréia. No Stanford Bridge lotado, o Chelsea esbanjou seus craques e meteu 4-0 no indefeso Portsmouth.

Os “blues” dominaram a partida, e abriram o placar com Joe Cole (quem diria?) após belo passe de Ballack. Aos 26, Deco cruzou, Ballack “lascou” e a bola sobrou para o matador Anelka, subir tranquilamente em cima da linha fatal e marcar. 2-0 Chelsea. E o terceiro viria ainda no 1º tempo, com Lampard cobrando pênalti, cometido “duvidosamente” por Distin.

Na segunda etapa, o Chelsea relaxou um pouquinho, mas ainda deu tempo para o estreante do dia, o português Deco enfiar um bomba do meio da rua e fechar a conta. 4-0, fora o baile.

Na próxima rodada, o Chelsea encara o Wigan, fora de casa. O Portsmouth recebe ninguém menos que o Manchester United.

 

BOSTON  3-1  STOKE CITY

 

Megson (foto)

O Boston venceu bem o pequeno estreando Stoke. Os gols do Bolton saíram no primeiro tempo. Aos 34, Steinsson arriscou da lateral-direita um tirombaço e acertou o ângulo do goleiro Sorensen, que nada pôde fazer. Golaço com G maiúsculo.

Aos 41, Davies desviou de cabeça falta cobrada da intermediária e ampliou. O terceiro viria também de um desvio de cabeça numa falta, desta vez pela esquerda, e Elmander completou os 3-0.

Na segunda etapa, o relaxamento do Bolton permitiu que o jamaicano Fuller cabeceasse livre, para fazer o gol de honra do City.

Na próxima rodada o Stoke recebe o Aston Villa. O Boston encara o Newcastle, fora.

 

ASTON VILLA  4-2  MANCHESTER CITY

HERO ... Gabriel Agbonlahor 

Agbonlahor (foto)

A primeira etapa foi bastante movimentada. O City assustou uma vez, com Petrov. De resto, o Villa engoliu o Manchester City, acuando-o no campo de defesa e aterrorizando a zaga azul, sobretudo, com as jogadas insinuantes de Agbonlahor e com o faro de gol de Carew. Porém, ficou tudo no 0-0.

Na segunda etapa, dois minutos foram suficientes para que John Carew abrisse o placar. Aos 19, porém, em rápido contra-ataque, Johnson foi derrubado e foi marcado pênalti pro City: Elano bateu com extrema categoria e empatou. Mas, quatro minutos depois, começa o show de Agbonlahor: ele toca com categoria, de primeira, após escanteio, para deixar o placar em 2-1. E ele queria mais: Aos 29, Agbonlahor novamente, aproveitando ótimo cruzamento de Barry, se antecipa à zaga e amplia. E, para fechar o seu hattrick, com chave de ouro, Agbonlahor dispara num contra-ataque fulminante, ajeita na canhota e toca na saída do goleiro Hart. O City ainda ia diminuir, com Corluka, mas nada que tire o brilho dessa vitória arrasadora de estréia do Aston Villa. Os fãs do Villa têm motivos para esperar algo melhor nesta temporada.

Na próxima partida, o Aston Villa pegará o Stoke City, fora. O City recebe o West Ham.

 

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Bem vindos a Premier League!!!  escrito em sábado 16 agosto 2008 20:11

A temporada começou.

Vieram caras novas, foram outros embora e a Premier League continua a liga mais atraente do mundo.

Agora ainda mais: são nada menos que 18 brasileiros, desfilando sua classe nos gramados britânicos.

Confira abaixo os prognósticos da temporada, com a respectiva lista de brasileiros em cada time.

 

MANCHESTER UNITED

Um time que ganhou simplesmente a Liga dos Campeões e a Premier League no ano passado, que não mexeu no elenco e tem o melhor jogador do mundo em atividade. O que dizer do Manchester? Favoritíssimo.

O time é entrosado. Saíram peças irrelevantes e não entrou ninguém. A velocidade na transição e na troca de passes é o ponto forte do time. Porém, ainda falta aquele “matador”, que o time tanto procura. E além disso, a meu ver, há um “probleminha”: Ronaldo não está satisfeito.

O craque português queria ir para o Real Madrid. Essa é a verdade. E não gostou nenhum pouquinho da novela que perdurou quase toda janela de transferências. Tudo bem, o time não é só ele. Mas é 50% ele. E isso pode fazer com que o favoritíssimo Manchester vire um time comum.

Destaques: Rooney, C. Ronaldo, Ferdinand, Van der Sar.

Brasileiros: Fábio (LD), Rafael (LE), Anderson (MC), Possebon (VOL)

 

CHELSEA

Ficou a base (pra não dizer o time todo), vieram bons reforços e chegou Felipão. Sim, o Chelsea também é favorito. Porém, por mais que queiram (nós brasileiros, sobretudo) que Felipão dê certo nos “blues”, o futuro do clube de Abramovic é incerto.

A família Scolari pode dissolver-se em desavenças das estrelas milionárias do time inglês.

Mas, vamos ser otimistas. Falemos então dos reforços. Veio Bosingwa para a lateral-direita, e finalmente, o problema crônico do Chelsea, que chegou a improvisar Essien na posição por boa parte da ultima temporada, parece estar sendo resolvido.

Deco também veio e a qualidade do meio-campo, que já era bom, ficou espetacular. Essien, Lampard, Ballack, Joe Cole e cia. podem encher os olhos dos adeptos do time londrino. Os blues, se controlarem as vaidades, vêm forte. E como vêm...

Destaques: Lampard, Terry, Cech, Deco, Drogba...

Brasileiros: Deco (MC/luso-brasileiro), Belletti (LD), Alex (Z).

 

LIVERPOOL

Vieram muitos nomes, porém, se você analisar bem, poucos com cacife para reivindicar uma vaga titular. Saíram nomes importantes, como Riise e Crouch. E o time segue sendo inconfiável. No papel, é um bom time. Mas, Rafa Benitez não consegue fazê-los jogar.

As opções, seguem boas: Torres ganhou a companhia de Robbie Keane e esse ataque pode dar o que falar. Babel vem crescendo e pode assumir um papel mais destacado nesta temporada.

Carragher e Ager seguem comandando o setor defensivo, que conta com a chegada de Degen e Dossena, jogadores, no máximo, regulares. Lucas pode ganhar corpo e chegar a jogar mais, ao lado de Mascherano. E Gerrard, segue levando o time nas costas.

E é esse o problema: o time é viciado em Gerrard. O Liverpool precisa de um outro meia que ajude a “carregar” o piano.

No mais, não me parece um time que vá lutar por título algum nesta temporada.

Destaques: Carragher, Gerrard, Fernando Torres e Babel.

Brasileiros: Fábio Aurélio (ME), Diego Cavalieri (GR) e Lucas (VOL).

 

ARSENAL

Ano passado, 99,9% dos analistas esportivos apontavam o Arsenal como um time fracassado, desmontado e que não ia chegar a lugar nenhum. De fato, não chegou a lugar algum. Mas, deu muito trabalho aos grandes. Fabregas foi espetacular na primeira parte da temporada, mas caiu no fim. Adebayor desandou a marcar gols. E talvez não fosse as lesões de Eduardo e Van Persie, o Arsenal almejaria algo mais alto na tabela. Eduardo, por sinal, volta nesta temporada e pode, finalmente, brilhar na Premier League, pois tem qualidade para isso. Van Persie, que passou boa parte da temporada passada lesionado, está recuperado e reforça os “gunners”.

O ponto fraco, de novo, pode ser a inexperiência e a escassez do elenco do Arsenal. O elenco é pequeno e jovem demais, porém vigoroso e com qualidade. Diaby, Denílson, Walcott e Song devem ganhar mais oportunidades no time titular, muito mais por falta de opção, que por estarem prontos.

Arsenè Wenger insiste que “não tem pressa” para contratar reforços. Com certeza, a torcida dos “gunners” discorda da opinião do manager francês.

Uma boa aposta, das jovens contratações do time para esta temporada, é Nasri. Samir Nasri é um jovem francês, meia de ligação, muito habilidoso que, vem cobrir a vaga do ótimo Hleb, que foi para o Barça. Além de Hleb, Gilberto Silva, Flamini e Lehmann fizeram as malas e se mandaram do Emirates Stadium.

Na minha vã inteligência, diria eu que o Arsenal vai brigar por um lugar intermediário, com esse time que “cheira a leite”. Porém, quem queimou a língua na temporada passada, não se arrisca a torrá-la nesta.

Destaques: Fabregas, Rosicky, Van Persie e Adebayor.

Brasileiros: Denílson (VOL), Eduardo da Silva (AC/croata-brasileiro)

 

EVERTON

O Everton foi o melhor do “campeonato B”, aquele que todos disputam, exceto os quatro grandes. E não teve uma janela de transferência muito animadora.

Andy Johnson foi para o Fulham, Carsley para o Birmingham. De boa, apenas a compra, definitiva, de Pienaar, que estava emprestado aos “blues” na última temporada.

O time manteve uma boa base, pelo menos. Arteta, Cahill, Lescott e Yakubu seguem no time e mantêm as esperanças do Everton de, quem sabe, lutar por uma vaga na Champions League.

Destaques: Cahill, Arteta e Yakubu.

Brasileiros: Não tem.

 

ASTON VILLA

O Villa vem com força. Tudo bem, perdeu Melberg que é um baita zagueiro. Mas só ele.

E mais: trouxe reposição à altura. Foi até a Escócia (atravessou a rua =D) e trouxe o espanhol Cuéllar, experiente e muito seguro zagueiro do Rangers. Trouxe ainda o bom e velho Friedel para o gol e reforçou as duas laterais: Luke Young (LD) e Nicky Sorey (LE). Ainda trouxe Sidwell (?!?), ex-Chelsea.

O mais importante, contudo, não é quem chegou ou quem saiu, mas sim, quem ficou. Gareth Barry era desejado por meio mundo (e aliás, já é há um bom tempinho). Mas o Villa manteve o craque em seu elenco e segue forte. Além disso, bons nomes como Reo-Coker e Agbonlahor continuam no elenco. Tem um elenco “entrosadamente” capaz de fazer (com algum esforço) frente aos grandes.

Destaques: Barry, Reo-Coker e Sorey.

Brasileiro: Não tem.

 

MANCHESTER CITY

Com certeza, o 9º lugar na temporada passada, frustrou boa parte dos torcedores do City. Tudo bem, título, era quase impossível (apesar de que, no início da última temporada, chegou a se pensar). Porém, a queda vertiginosa da equipe, foi algo que frustrou e irritou os adeptos do time comandado por Elano.

E é Elano que faz as honras da casa para a mais nova promessa do City: Jô. Na contratação mais cara da história do clube, o ex-corintiano chega para resolver o problema no ataque. É ótimo finalizador, muito talentoso e tem tudo para ser bem servido por Elano e Petrov, fazendo a festa do City.

Outro reforço que chegou é Ben Haim. Haim é um zagueiro israelita, talentoso até, mas que não convenceu na última temporada, no Chelsea. Quem sabe num time menor, o zagueiro renda o que dele se espera. Outro reforço: o atacante Bianchi, que estava na Lazio por empréstimo, voltou e pode ser um ótimo companheiro para Jô.

A maior baixa, acredito eu, do Manchester é o gol. Isaksson é ótimo, e foi para o PSV, substituir Gomes. As opções que o City dispõe são Schmeichel e Hart. São bons, mas são jovens, podem sentir a pressão.

A maior esperança, no entanto, não “chegou”, mas “já estava”. É Elano. O meia brasileiro é dono do time, foi o artilheiro e o jogador que mais deu assistências na temporada passada. Precisava de alguém para servir; agora tem: Jô. E esse pode ser o diferencial do time, que vai fazer boa campanha na Premier League.

Destaques: Elano, Petrov, Corluka e Jô

Brasileiros: Elano (M) e Jô (AC).

 

TOTTENHAM

Uma coisa ninguém pode reclamar: que o Tottenham foi pão-duro. Não foi, de maneira alguma. Gastou quase 100 milhões de reais. Trouxe gente boa e alguns “esquisitos”.

Vamos do início: o time manteve a base, com Berbatov, Jenas, Lennon, King e Zokora.

Trouxe dois nomes que enchem os olhos, ou pelo menos, os ouvidos.

No gol, o irregular Robinson saiu e veio o experiente e excepcional Gomes. No meio, veio Modric, meia armador muito promissor, estrela da seleção da Croácia.

Além dos dois, Bentley chegou para brigar pela meia-direita com Lennon. Luis Garcia, também é uma boa aposta, chegou do Espanyol, após três boas temporadas jogando a Liga Espanhola.

Porém, os Spurs não conseguiram repor com eficiência. Perderam o ótimo atacante Robbie Keane, o seguro zagueiro Kaboul, o lateral Chimbonda, o zagueiro Gardner e o bom meia francês Malbranque.

É um número de perdas muito grande para as poucas contratações (caras, sim, mas poucas) que o time fez. Não vai muito longe, me parece, na competição. Uma vaga na UEFA é sonho.

Destaques: Berbatov, Lennon, Modric e Gomes.

Brasileiros: Gilberto (LE) e Gomes (GR).

 

OUTROS BRASILEIROS

 

Hull City Geovanni (ex-Cruzeiro).

Middlesbrough Afonso Alves (ex-Heereveen)

Newcastle Caçapa (Newcastle)


 

 

Bem galerinha…

Esses são, na minha opinião, os principais clubes. Dos demais, talvez, Portsmouth, Blackburn e Newcastle são aqueles que tem alguma chance de fazer um fumacinha na competição.

No mais é isso mesmo.

 

A Premier League está de volta. E com ela o “De prima!”, que estará sempre junto da noticia, para manter você sempre bem informado sobre a Liga Inglesa.

E com que comece o campeonato!!!*

 

(*na verdade, nesse momento, ele já começou ^^)


“De prima!”: Um jeito brazuka de ver a Premier League


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As caras novas  escrito em sexta 15 agosto 2008 22:11

Bem galerinha...

Ultimamente venho tendo alguns problemas com conexão e postagem neste blog. Infelizmente, não foi possível continuar a série de análise aos novos jogadores da Premier League (por motivos óbvios: o campeonato começa amanhã).

Contanto, decidi fazer uma mini-análise de cada uma nova cara da Terra da Rainha. Confira abaixo e fique ainda mais por dentro das contratações desta temporada, para os principais* clubes.

(*Manchester não está na lista porque não tem nenhuma contratação digna de nota).

 

CHELSEA

 

Deco – Médio central, armador, de técnica refinadíssima. É até prolixo falar dele. Seria uma baita contratação por si só. Porém, corroborada pela presença de Felipão no comando, tem absolutamente tudo para dar certo.

 

Bosingwa – Lateral-direito português, que chega para ser titular. È um lateral leve, rápido e driblador, que marca até com certa eficiência. Era um dos homens de confiança de Felipão na Seleção Portuguesa. Boa aposta.

 

LIVERPOOL

 

Diego Cavalieri – Que acompanhou uma partida sequer do Palmeiras com Diego no gol, sabe que o Liverpool fez um excepcional negócio. Diego é ágil, tem ótimos reflexos e vai crescer muito, a ponto de chegar a ser um dos grandes goleiros do futebol mundial. Daqui a pouco, pinta na seleção. Só vai ter que ter paciência para esquentar o banco para Reina.

 

Philipp Degen – Degen é um jovem lateral-direito, contratado junto ao Dortmund. Degen foi considerado o melhor lateral da temporada passada alemã. Na verdade, ele é um jogador que não empolga. Chuta forte, marca duro. Nada mais.

 

Emmanuel Mendy – Mendy é um jovem, que jogou na terceira divisão espanhola, no time de reservas do Murcia. Ele é um lateral polivalente, que joga tanto na direita quanto na esquerda. Ainda não vai fazer parte do elenco principal do Liverpool esta temporada.

 

N’gog – N’gog é um centroavante móvel, que foi revelado no PSG. Foi uma das grandes revelações do campeonato francês do ano passado. A principal característica desse jovem, de 19 anos, é a capacidade que ele tem de ser ágil, apesar de seus 1,88m.

 

Robbie Keane – O sonho de Rafa Benítez se concretizou. Após perder o grandalhão Crouch, os “reds” ganharam o ótimo atacante Keane, ex-Tottenham. Keane é muito técnico, ágil e um ótimo segundo atacante. Ótima aposta.

 

ARSENAL

 

Samir Nasri – A maior revelação francesa dos últimos tempos é do Arsenal. Após passar mais de 5 temporadas no Olympique de Marseille, o jovem francês chega para suprir a ausência, provavelmente, de Hleb. Nasri é rápido, inteligente, tem ótimo passe e técnica apurada. Tem apenas 20 anos, mas com certeza, é um nome que ressoará por um longo tempo pelos lados do Emirates.

 

Ramsey “Rambo” – Aaron Ramsey, ou se você preferir, Rambo. Esse apelido vem do tempo em que Aaron jogava rúgby. Apesar disso, Aaron não assusta tanto quanto seu xará. Ele é um meia central, que volta para buscar o jogo e tem características mais defensivas que ofensivas, embora chegue com alguma força no ataque.

 

Bischoff – Bischoff é um volante, leve, razoavelmente rápido, que jogava no Werder Bremen. Tem apenas 20 anos e é uma aposta de Sir. Alex para, no futuro, cobrir a vaga deixada pelo brasileiro Gilberto Silva.

 

MANCHESTER CITY

 

Jô – Muita gente ainda acha que Jô é aquele atacante desengonçado, que foi péssimo no Corinthians de 2005, quando foi injustamente queimado, com outros bons jogadores (como Bobô, Willian, etc). Mas ele cresceu. Tanto que os 37.600 milhões de euros que o City pagou por ele, parece muitíssimo justo. Jô é alto, se movimenta bastante e finaliza com muita eficiência. Tem bastante técnica e pode brilhar.

 

Ben Haim – O zagueiro israelita é bom jogador. Mas foi mal no Chelsea na temporada passada. 5 milhões pode ser um valor alto, para uma aposta tão incerta.

 

TOTTENHAM

 

Giovani dos Santos – Giovani foi cria do Barça desde as categorias de base. E por 6 milhões de euros, trocou Barcelona por Londres. Ele é bom jogador, tem boa visão de jogo, é veloz, driblador, mas ainda imaturo. Pode demorar um pouco para render o que dele se espera.

 

Gomes – Quem viu alguma partida do PSV nas ultimas Champions League, sabe que Gomes será titular. E com méritos. Após conquistar a tríplice coroa em 2003, pelo Cruzeiro, Gomes foi para a Holanda virar titular e multicampeão no PSV,além de venerado pelos holandeses. Gomes é um baita goleiro, seguro, sai bem do gol e tem ótimos reflexos. Com a exposição na Inglaterra, pode voltar a figurar na seleção nacional.

 

Luis Garcia – Há três temporadas no Espanyol, Garcia é um atacante rápido e malandro, que se desmarca com muita facilidade. Só não acho que valha os 12 milhões que os Spurs pagaram, mas é bom jogador.

 

David Bentley – Meia/Winger direita, muito promissor, de 23 anos. Bentley jogava no City. Tem como principal característica, o preciso cruzamento, em sua faixa “sempre alugada”, a meia direita.

 

OUTRAS CONTRATAÇÔES

 

BOLTON – Elmander (atacante sueco veterano).

PORTSMOUTH – Crouch (grandalhão inglês, de 2,02m), Kaboul (forte e seguro zagueiro francês).

WEST HAM – Behrami (ala-ponta direita, muito arisco e promissor)

BLACKBURN – Robinson (goleiro irregular, titular da Seleção Inglesa)

ASTON VILLA – Friedel (o sempre bom e velho goleiro norte-americano), Nicky Shorey (habilidoso ala-esquerdo), Young (lateral-zagueiro pela direita), Cuéllar (zagueiro seguro, experiente e líder).

NEWCASTLE – Coloccini (vigoroso zagueiro argentino)

SUNDERLAND – Diouf (arisco e irregular atacante senegalês), Malbranque (meia francês, técnico, mas lento)


 

           Bem moçada...

           Por enquanto é só. Mais tarde, saem os prognóstico para o campeonato, como um todo e a análise da 1ª rodada, que se inicia amanhã.

          Até mais...

         Abraço e Paz... gigantih@hotmail.com


 

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My name is... Luka Modric  escrito em segunda 21 julho 2008 21:37

Por falta de assunto e entediante pré-temporada inglesa, o “De prima!” resolveu criar um novo quadro: “My name is...”.

É um quadro para quem acompanha a Liga Inglesa e “tá por fora” dos novatos que chegaram, nesta janela de transferências, para reforçar os times da terra da Rainha. A intenção é manter o fã de futebol inglês bem informado, sem precisar recorrer aos Wikipédias da vida...

Sem mais enrolações, com vocês... Luka Modric.

(Veja acima, também, um vídeo com os gols e jogadas de Luka Modric)

 

 

My name is... Luka Modric

 

                                

Nascido na pequena Zadar, Croácia, Luka Modric é a mais nova estrela do Tottenham. Contratado por cerca de R$ 50 milhões, o jovem meia é a contratação mais cara da história dos Spurs.

Vamos conhecer um pouquinho mais sobre esta fera, aqui, no “De prima!: um jeito brazuka de ver a Premier League”. 



 

Antes da Premier League...

                       

Luka Modric era jogador do Dínamo Zagreb. Lá, fez história, é venerado e um dos maiores jogadores da história do clube. No time da capital croata, Modric foi tricampeão nacional e campeão da “HR Nigmetni Cup” (a Copa do Brasil deles).

Além disso tudo, foi jogando no Dínamo que Luka foi convocado pela primeira vez para a seleção croata, em 2006.




 Pela Seleção...

                          

Com apenas 20 anos, Luka Modric já fazia sua estréia na seleção croata num amistoso, contra a Argentina, em 2006. Convocado para a Copa deste mesmo ano, Modric entrou apenas por alguns minutos, nas partidas contra Japão e Austrália.

O feito mais importante do garoto, pela seleção, foi na épica partida final em Wembley, em que Inglaterra x Croácia decidiam uma das últimas vagas da Euro 2008. Deu Croácia, 3 a 2, com show de Modric. Pela Seleção, Luka já jogou 29 partidas, marcando 4 gols.




 Vale tudo isso?!?!

                                

R$ 50 milhões de reais: ele vale tudo isso? Para os Spurs, vale sim. E como! Luka Modric era desejado por vários clubes, mas o Tottenham levou a melhor. Ele é uma das estrelas da nova geração, tem tudo para dar certo e para “devolver” o investimento com juros e correção monetária.




 Safra boa...

      

Modric não é caso isolado. Ele vem de um processo de renovação do futebol croata e do leste europeu de modo geral. Além dele, Niko Kranjcar (Portsmouth), Ivan Rakitic (Schalke 04), Vredran Corluka (Man. City), Nikola Prokrivac (Monaco) abrilhantam a lista de promessas e enchem de esperança os torcedores “Bálcãs”, como são chamados os croatas.


 Estilo de jogo...

                          

Modric lembra muito o brasileiro Diego (Bremen), porém com algumas diferenças cruciais. É fato que Modric lembra Diego pelo arranque, pela “raça”, por não se importar em ser franzino e partir pra cima dos “dinossauros”. Porém, Modric tem um algo a mais: técnica. Se por um lado Diego é um meia-atacante, de arranque, vertical, por outro lado, Modric é bem mais técnico, inteligente e preciso. Em outras palavras, ele chega bem mais próximo de ser um Alex (Fenerbahçe) do que um Kaká.

O que mais salta aos olhos quando se vê Modric jogar é a absurda capacidade de bater na bola do croata. Força e colocação. Precisão e violência. Essa capacidade, principalmente, foi o que fez a “fama” do jovem meia. Porém, nem só de chutes precisos vive Modric. Os passes milimétricos e arrancadas incisivas do meia também fazem parte de seu repertório.

Mas, há pontos a melhorar também no craque. Um exemplo disso é o exagero, em alguns momentos nos dribles. Modric é muito criativo, improvisador e técnico, mas algumas vezes abusa e acaba sendo individualista. São casos isolados, pois Modric é um bom “jogador de equipe”, solidário, mas há de ser levado em consideração. Outro ponto negativo e, talvez, o maior é a baixíssima capacidade física do atleta. Modric é franzino, fraco fisicamente e deve sofrer um pouco nesse início de vida na terra da rainha.




 Cruyff Croata?

    

Se há algo que impressiona mais do que ver a capacidade de Modric de bater na bola, é a semelhança dele com o cracasso Johann Cruyff. É incrível.

 

 - Cabelos Longos.

 - Faces muito parecidas.

 - Estilos de jogo muito semelhantes

 - Os dois são jogadores “raçudos”

 - Os dois usam a camisa 14

 

Se quiser comprovar... http://br.youtube.com/watch?v=cTrqt7hQ6hM&feature=related  (ou na foto acima)


Curiosidade Esquisita

                        

Apesar de ser meia, Modric costuma marcar muitos gols, a maioria em chutes potentes. Uma coisa que é “ímpar” no croata é a comemoração. Quase sempre Modric dá um “mortal estranho” pra trás para celebrar seus tentos. É esquisito porque é muito desengonçado... Mas, tudo bem... Como acrobata ele é um ótimo jogador de futebol.




 

 E esse é Luka Modric, um jovem croata com precisão croata e habilidade brasileira.  Ótimo jogador do presente, craque do futuro.

 

 

Abraço e Paz, até a próxima!!!

 

Não perca a próxima edição de “My name is...”, quinta-feira, aqui no “De prima!”.

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Falando sério...  escrito em quinta 17 julho 2008 08:25

Imprevisível

 

 

Com os noticiários ingleses mais preocupados em falar do namoro e das paqueras de Cristiano Ronaldo que em futebol, propriamente dito, não vi alternativa senão sair da terra da Rainha para escrever um pouco na terra da pizza.

O assunto em pauta não seria diferente: Ronaldinho no Milan.

Quando eu soube, gostei muito, pensei logo nos meus joguinhos em que eu passarei a escolher o Milan, nos Winning Eleven’s e FM’s da vida...

Mas e na vida real, que impacto esta contratação causa?

Pensando teoricamente, torna o Milan duas vezes mais forte do que já é. Mas, vamos por partes:

 

Marketing

O clube da capital italiana vendeu mais de 3000 carnês para a temporada 2008/09 em apenas uma hora, logo após confirmada a negociação. Preciso dizer mais alguma coisa?

 

Aspecto Tático

Sinceramente, não tenho muita idéia de como Ancelotti, o pragmático, encaixará Gaúcho no time. No papel, o esquema do Milan é aquele velho losango (Pirlo, Gattuso, Seedorf e Kaká), apesar de que o time na temporada passada chegou a atuar num 4-5-1, isolando Inzaghi e encostando Kaká e Seedorf no ataque. Ronaldinho é ponta e necessita de um esquema especial para jogar solto, sem obrigações defensivas. Ancelotti será capaz de montar tal esquema? Ou melhor, ele quererá montar tal esquema? Não se sabe.

Na minha cabeça, o Gaúcho só joga no esquema 4-5-1, saindo Ambrosini e recuando Seedorf para fazer o terceiro homem do meio-campo de Carlo Ancelotti. Porém, neste caso, o talento do jovem Pato é limado, sem espaço no esquema, pois não há necessidade de um segundo atacante. Pensar num trio ofensivo montado por Kaká, Ronaldinho e Pato é ousado demais para a cabeça de “Carlito”. Ah... ainda tem o Ronaldo Bola... Xiiii...

 

Aspecto Emocional e Psicológico

A presença de Ronaldinho no balneário pode ser prejudicial, se ele continuar a jogar apenas com o nome, como vinha fazendo no Barça. Do contrário, os sorrisos e a descontração do gaúcho pode vir até a fazer sorrir os dinossauros carrancudos de Milão.

Outra coisa a se levar em conta são as baladas. Adriano foi seduzido e entrou em depressão na Inter. A Inter é de Milão. O Milan é de Milão. Ou seja, mesma balada. Será mais um caso para o Reffis milagroso do São Paulo?

 

Estilo de Jogo

Ronaldinho é fortíssimo fisicamente. Deve agüentar os trancos dos Barzagli’s e Materazzi’s da vida. Porém, especificamente no Milan, o estilo é bem lento e cadenciado. A bola é trocada com cautela, com poucos espaços para individualidades. Vindo de uma “mamata” (futebol espanhol), como reagirá o Gaúcho ao “xadrez italiano”?

 

Motivação

Ele quer jogar futebol. Pelo menos é o que parece. E quando ele quer, se Deus também quiser, o pagode tá armado...

 

Adaptação

Isso não será problema, pois Ronaldinho terá Pato, Kaká, Digão, Émerson, etc, para “acelerar” o processo de “entrosamento” do Gaúcho com o time.

 

Bem, no mais, é só aguardando mesmo.

Estas análises podem tanto estar irretocavelmente certas, quanto completamente erradas, no fim da temporada vindoura.

Mas, fazer o quê?

Estamos falando de Ronaldinho: imprevisível dentro e fora de campo.

 

 

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